Existe um aforismo que diz: "É de pequenino que se torce o pepino", mas nossos "pequeninos" estão crescendo e estimulados a ficarem "tortos", mal-educados, mal-informados tornando-se "grandinhos" afásicos, pseudo-cidadãos. Onde está o problema? De quem é a culpa? O que fazer?
Assim como dizia Raul Seixas: "Perguntas são apenas palavras no fundo não dizem nada". Não adianta perguntar-julgar-responder, o problema não se concentra nestes limiares e sim, na ação do homem. Buscar os agentes causadores dos males, seus efeitos destruidores não é suficiente para resolver o problema da má educação no país. É preciso voltar o olhar para as vítimas, retirar os óculos da hipocrisia e enxergar quem mais sofre com a educação ruim: as classes carentes.
As atitudes a serem tomadas não são tão práticas como rezam as teorias político-pedagógicas espalhadas pelos manuais em livrarias do país. As salas de aula são superlotadas de alunos com histórias de vida diferentes, famílias distanciadas da escola, dos filhos, (principalmente nas escolas públicas) em suma de contradições apregoadas pelos teóricos em educação.
Não necessitamos de teoria e sim de ações. As reivindicações de milhares de docentes não reside, somente, no fato de baixos salários, mas, principalmente de melhorias no âmbito interno, dentro da sala de aula. Modificar a lei e diminiuir a quantidade de alunos por sala é uma iniciativa, pois, com isso o aprendizado de ambos - professor e aluno - seria, efetivo, na medida que, com menos estudantes o educador tem maior eficácia na apresentação de conteúdos pela fala, das atividades escritas, enfim, ele consegue ser mais atencioso e calmo com seus "pequeninos".
Neste ínterim, reforça-se a ideia de agir no problema de dentro para fora. Escutar os educadores - interventores na transformação do modelo educacional - e, também, vítimas já que vivem a realidade escolar, é ação urgente. As mudanças somente ocorrem quando ouvimos e nos colocamos no lugar de quem sofre determinado problema.
Assim como dizia Raul Seixas: "Perguntas são apenas palavras no fundo não dizem nada". Não adianta perguntar-julgar-responder, o problema não se concentra nestes limiares e sim, na ação do homem. Buscar os agentes causadores dos males, seus efeitos destruidores não é suficiente para resolver o problema da má educação no país. É preciso voltar o olhar para as vítimas, retirar os óculos da hipocrisia e enxergar quem mais sofre com a educação ruim: as classes carentes.
As atitudes a serem tomadas não são tão práticas como rezam as teorias político-pedagógicas espalhadas pelos manuais em livrarias do país. As salas de aula são superlotadas de alunos com histórias de vida diferentes, famílias distanciadas da escola, dos filhos, (principalmente nas escolas públicas) em suma de contradições apregoadas pelos teóricos em educação.
Não necessitamos de teoria e sim de ações. As reivindicações de milhares de docentes não reside, somente, no fato de baixos salários, mas, principalmente de melhorias no âmbito interno, dentro da sala de aula. Modificar a lei e diminiuir a quantidade de alunos por sala é uma iniciativa, pois, com isso o aprendizado de ambos - professor e aluno - seria, efetivo, na medida que, com menos estudantes o educador tem maior eficácia na apresentação de conteúdos pela fala, das atividades escritas, enfim, ele consegue ser mais atencioso e calmo com seus "pequeninos".
Neste ínterim, reforça-se a ideia de agir no problema de dentro para fora. Escutar os educadores - interventores na transformação do modelo educacional - e, também, vítimas já que vivem a realidade escolar, é ação urgente. As mudanças somente ocorrem quando ouvimos e nos colocamos no lugar de quem sofre determinado problema.
