segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Considerações sobre o TEMPO

Como é instigante o TEMPO. Se acaso tens TEMPO, pare por um segundo, ou melhor, por muitos segundos e reflita sobre o TEMPO. Consegues perceber que as horas são as marcas do TEMPO mais evidentes e calculáveis para nós vãs mortais, de modo que podem ser descritas pelo viés positivo ou negativo?

Note, (se é que nunca observou este fato) que quando nos encontramos desfrutando prazeres o TEMPO passa agilmente como se fosse segundos. Aliás, nestes instantes o TEMPO não existe, porque ele não está presente em nosso pensamento. Não nos preocupamos com as horas, elas não existem para nós nestes momentos.


E, ainda se tratando de momento e a evidência do TEMPO, podemos sentir o seu engatinhar, sua vagarosidade quando nosso momento é entediante, de inexpressivas ocorrências. Os segundos se configuram em horas. As dores aumentam. Os amores se vão. As feridas n
ão fecham. O TEMPO é um inimigo imperdoável. Está tão presente com sua pertubável teimosa de constância maligna. Ah TEMPO, se vá! Deixe-nos sem TEMPO!

Temos ficado sem TEMPO!

Deve ser por isso que não o compreendemos;

Deve ser por isso que não refletimos sobre ele.

Deixamos ele passar por "muito tempo".

Perdemos o "TEMPO"!


Escrito dia 24/12/2009, em um local onde alguns indivíduos precisam ser "pacientes" porque o TEMPO insiste em ser vagaroso e, às vezes, cruel, massacrante.






O TEMPO PERGUNTOU AO TEMPO:
QUANTO TEMPO O TEMPO TEM?
O TEMPO RESPONDEU AO TEMPO
QUE O TEMPO TEM TANTO TEMPO, QUANTO TEMPO O TEMPO TEM!

(Trava-língua presente na tradição popular)




Imagem retirada da página:
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/mascaras_do_tempo_imprimir.html
Há um texto a respeito dos estudos feitos sobre o TEMPO! Vale a pena ler!